“Ano que vem eu resolvo”: por que o problema anda oito meses sozinho

Dezembro é fechamento, janeiro é férias, fevereiro é volta. Quando o empresário senta para resolver, já é março. O segundo semestre é a hora de organizar a empresa.
Wahaha: fatura bilhões e não decidiu a sucessão

Fundador morre, herdeira assume, três supostos meios-irmãos aparecem com instruções manuscritas. O que faltou não foi dinheiro para estruturar. Foi decisão.
Não é briga com contador. É papel trocado

O contador cuida do imposto que vence agora. Imóvel na empresa, saída de sócio e sucessão são outra cabeça. O empresário está com a pessoa certa no jogo errado.
Quatorze CNPJs com horário, chefe e rotina de empregado

A conta de funcionário quase nunca nasce na demissão. Nasce no dia da contratação errada. O caso de uma empresa com 14 pejotizados.
Imposto atrasado não some. Volta com outro nome

Ele parou de pagar um parcelamento achando que o problema era juros. Três anos depois, era ação penal por crime contra a ordem tributária.
Holding protege o patrimônio. Não resolve onde ele fica guardado

Estrutura societária resolve sucessão e responsabilidade. Não resolve concentração de caixa numa instituição só. A pergunta que faltou em toda reunião de holding.
Por que o tenista grita e o empresário paga calado

O empresário confere a guia, vê que está errada e paga. Isso não é prudência, é silêncio treinado. O que o tênis ensina sobre contestar imposto indevido.
Cinco anos sem pró-labore. Uma fiscalização para cobrar tudo de volta

Sócio que trabalha na empresa precisa de pró-labore. Tirar tudo como lucro para não pagar INSS parece esperto até a Receita reclassificar cinco anos de uma vez.
Quem vende a empresa pode abrir outra igual? Não por cinco anos

Quem vende o estabelecimento não pode concorrer com o comprador por cinco anos. E abrir a nova empresa no nome de parente não escapa da regra.